Passei horas me divertindo com esses caras, no Skansen. Eles mordem, agarram, se abraçam, nadam, mordem de novo. Um deles sai correndo e sobe numa árvore. Não no tronco, mas lá na pontinha do último galho, nas grimpas mesmo. O outro, vendo-se abandonado, sobe a árvore até certo e ponto e começa a balançar o galho, para ver se derruba o companheiro.
Mostrando postagens com marcador Estocolmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estocolmo. Mostrar todas as postagens
domingo, 14 de agosto de 2011
Estocolmo
Foram cinco dias aqui. A cidade me recebeu com chuva e frio mas, depois, sol e temperatura amena. Visitei todos os museus, parques, igrejas e óperas que pude, com o passe livre. Estocolmo é a principal cidade da Escandinávia, em qualidade das atrações (numa briga equilibrada com Oslo), mas tem um problema: o exibicionismo na hora da conta.
Eles têm um nível de preços simplesmente nada a ver, o que se evidencia quando, ao pagar o metrô, você constata que vai precisar passar umas rifas entre os colegas de serviço - senão em repartições vizinhas. Você acha que o Tahiti é caro? Experimente Estocolmo. Papeete, com todas as suas joalherias, vai parecer um brechó.
Pra piorar, comprei um desses cartões globais. Quando fui ao banco buscar, vi que era Amex. American Express: quer passar nervoso (muito nervoso)? Pergunte-me como.
Ontem fui a um restaurante que serve desde mil setecentos e algo, na velha Estocolmo. O boato é que ali são escolhidos os vencedores do Nobel, entre uma garfada e outra. Apurei as orelhas, tentando ouvir meu nome. Em vão. Obviamente os acadêmicos não estavam presentes.
Num fim de tarde subi ao Globen, uma esfera de uns cem metros de altura, que brinca de ser arena. Toda a Estocolmo sob a luz temperada de um sol em sua eficácia final.
E também fui às compras (para que servem os cartões de crédito?). Achei um ateliê com umas peças maneiríssimas, e as enfiei na mala.
Assinar:
Postagens (Atom)