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domingo, 8 de janeiro de 2012

Vulcões

Foram quatro, nesta curta visita: Poás e Arenal (Costa Rica), Masaya (Nica) e Pacaya (Guatemala). 

O Poás estava inteiramente incógnito pela neblina. Caminhamos o dia inteiro pelas bordas do Arenal, sua selva exuberante. Nos ácidos do Cerro Chato recreamos nosso cansaço.

O Masaya, sob chuva e vapores sulfúricos, escondeu a lava vermelha. Nas caldeiras do Pacaya assamos mashmellows

Assim, mais uma vez não presenciei a emissão de lava incandescente. 

- Vocês têm vulcões ativos? - perguntei, na Islândia.
- Por Deus, não! 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Arenal

Ontem devassamos a floresta, rumo ao vulcão. Após duas horas e meia montanha acima, em meio à floresta da chuva, o lanche. Lá embaixo, dentro da cratera, um lago fantasmagórico, jade ondulante, convidava.

Nadamos nesse lago congelante e sulfúrico, em busca de uma redenção turística.

Bordejamos a cratera, seu interior florestado, e subimos para alcançar o Arenal Observatory Lodge, vasto hotel situado na vegetação incentivada pelo vulcão. Serviu de base para o Smithsonian pesquisar a atividade vulcânica, e ainda abriga estação sismológica completa. É a meca para um retiro de magias. Antes, homenageamos uma cachoeira portentosa.

Ao fim, as águas quentes do Tabacón, que relaxam e fazem bem.

A floresta chuvosa tem árvores desmedidas, cobertas por musgo, orquídeas e bromélias, numa exuberância enriquecedora. O solo, dádiva vulcânica, é perfeito para a flora.

A Costa Rica, de florestas autênticas, café e frutas saborosas, é um imenso retiro de virtudes cenestésicas.

Pura vida, dizemos todos.