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domingo, 8 de janeiro de 2012

Vulcões

Foram quatro, nesta curta visita: Poás e Arenal (Costa Rica), Masaya (Nica) e Pacaya (Guatemala). 

O Poás estava inteiramente incógnito pela neblina. Caminhamos o dia inteiro pelas bordas do Arenal, sua selva exuberante. Nos ácidos do Cerro Chato recreamos nosso cansaço.

O Masaya, sob chuva e vapores sulfúricos, escondeu a lava vermelha. Nas caldeiras do Pacaya assamos mashmellows. 

Assim, mais uma vez não presenciei a emissão de lava incandescente. 

- Vocês têm vulcões ativos? - perguntei, na Islândia.
- Por Deus, não! 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Granada - Managua

Saio agora para Manágua, a capital da Nicarágua. 

No meio do caminho, paradinha no mercado de Masaya, para as compras não realizadas ontem.

Conheço a cidade rapidamente e tomo o ônibus para Tegucigalpa, Honduras. A viagem se encaminha para a metade. Tenho gasto mais que o planejado, embora se consiga uma refeição honesta por dez reais. Água fresca é de graça.

O transporte público é super barato mas, às vezes, a gente pega um táxi. 200 quilômetros podem custar 7 horas ou 40 dólares, depende da sua paciência e humor. E, às vezes, custam 7 horas e 45 dólares...

domingo, 25 de dezembro de 2011

Masaya

Volto do Masaya. Muitos gases, encobrindo a cratera. Em outra, pouca atividade.

A parte mais interessante, com lava incandescente, está fechada, pelo alto risco. Assim, é provavel que eu saia da América Central sem ver esse fenômeno, tal como no Havaí.

Fomos ainda aos pueblos blancos, e comprei peças aos próprios artistas, jeito mais bacana de prestigiá-los.

No mais, chuva e um passeio às isletas, no lago Nicarágua. 

Nicarágua

Cheguei a Granada, cidadezinha histórica da Nicarágua.

Hostel bacana, as pessoas me veem com a camiseta verde amarela do Brasil e sorriem: é Natal. 

Saio agora para umas ilhotas formadas há 10.000 anos pelo vulcão. Depois, vou ao principal mercado de artesanato das américas, talvez, e ao vulcão Masaya, colosso de lava e fumarolas.