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terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Patpong

Umas moças realmente habilidosas, e muito desinibidas.
Fumam, tocam corneta, jogam pingue-pongue, acertam balões, que explodem. Fiquei um tempinho num desses bares de Patpong, bastante liberais.
Quando saí, uma moça apagava as velas de um bolo de aniversário, não sei de quem.
Os turistas inundam o lugar, na imprevisível noite de Bancoc.

sábado, 6 de maio de 2006

Bancoc ao amanhecer

Amanhecer a partir da Siam Square, Bangkok (foto do amigo Júlio Cesar Machado, que não me acordou para esse espetáculo).

terça-feira, 17 de janeiro de 2006

Tailândia

A Tailândia desconcerta. Imaginem que um insensato demiurgo resolveu instalar o rio Paraguai bem no meio da cidade de São Paulo, com direito a exuberantes camalotes migrando através de suas águas, verdes. Imaginem esguias pontes cruzando esse rio; palácios e templos dourados crivando suas margens. Imaginem um povo em grande cópia e contínua ebulição, numa cidade do tamanho do Rio. Agora, adicionem coleantes canais visitando bairros e freguesias, numa versão esmeralda e tropical de Veneza. Acrescentem prédios modernos, com capitólios encimando soberbos pagodes, e shopping centers enfileirados um após outro, em louca repetição do apelo consumista, tudo coroado por um calor senegalês: não por nada esse delírio se chama Bangkok. É uma alegria estar aqui.