terça-feira, 22 de julho de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Sobre fotografia e poesia
Torres del Paine
Há certos encantos em Paine que não sei a que atribuir. Não são só torres de dois mil metros de granito matizado. Nem é o lago verde em sua base, onde grassam todas as patifarias e incontinências do vento. São muitas as felicidades da Patagônia, chilena e argentina, que não se reduzem a montanhas de alturas vertiginosas ou a gelos azuis de 700 anos que fazem amantes de uísque de todo o mundo suspirar.
A quem ler
"Se as páginas deste livro consentem algum verso feliz, perdoe-me o leitor a descortesia de tê-lo usurpado eu, previamente. Nossos nadas pouco diferem; é trivial e fortuita a circunstância de que sejas tu o leitor destes exercícios, e eu seu redator.”¹
Os poemas, agora publicados. Suas formas, nunca definitivas, adquirem um pouco de estabilidade. Não muita. O bastante para iludir o Google. Acaso impressos, podem resultar uma alegre fogueirinha. Na tela, luz e calor, elementais.
Entrego-os à rede e ao público. Já não basto para lidar com eles. Há muito não me permitem leitura, o que reforça a suspeita de que são ilegíveis. Espero sinceramente que o leitor tenha mais sorte que eu.
¹Jorge Luis Borges, Obras Completas, tomo I, editora Globo.sábado, 19 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
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